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Sobre o Tormenta 5e

Antes de fechar as atividades no ano passado, eu estava apresentando no blog uma série de posts adaptando o mundo de Tormenta como um cenário para o D&D 5ª Edição. Este projeto não foi abandonado. De fato, posso dizer que, de certa forma, eu terminei a adaptação do que eu considero que seria o livro básico. Porém, ainda não foi lançado um pdf com o material completo (minha intenção original) por conta de uma série de fatores e em grande parte por culpa minha.

Houveram muitas questões pessoais que se impuseram na minha vida e me chamaram a atenção. Eu fiquei de estudar a melhor forma de trazer para vocês um documento que fosse o mais completo possível. E eu estava esperando um feedback de um grupo de amigos que está testando a adaptação. Além de outras questões pertinentes que acho melhor não expor agora.

Além disso, esse momento conturbado do anúncio do D&D traduzido no Brasil também me exige parar e observar antes de tomar qualquer ação precipitada.

Mas não pensem que eu esqueci de vocês. O cenário de Tormenta é um bebê que eu vi nascer e se desenvolver. E ainda vamos ver esse bebê fazer uma visitinha à nova edição do jogo que já foi o lar dele. Ah, vamos.

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Tormenta 5e parte X: Feiticeiros

Tormenta para D&DDécima parte de nossa série adaptando Tormenta como um cenário de Dungeons & Dragons 5ª Edição. Devagarinho e com alguns atrasos, mas estamos avançando para em breve termos um guia bem legal para quem quiser. Chegaram a ver o teaser do primeiro capítulo do manual que foi postado na segunda passada?

Bom. Mas chega de falar do que passamos. Vamos nos concentrar na classe de hoje: o Feiticeiro. Uma das classes preferidas dos jogadores desde o Tormenta d20, há feiticeiros de muitos tipos diferentes em Arton, e isso pede que apresentemos ao menos uma origem nova.

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Tormenta 5e parte IX: Druidas

Tormenta para D&DNona parte de nossa adaptação. Já passamos pelas raças, já falamos dos Bárbaros, Bardos, Bruxos e apresentamos um punhado de domínios de Clérigos.

Nesta parte, vamos falar um pouco dos druidas, uma classe que está também bastante ligada aos deuses – pelo menos três deles.
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Tormenta 5e parte VIII: Domínio da Magia e lista de deuses do Panteão

Tormenta para D&DChegamos na oitava parte de nossa série! Já tem bastante coisa de Tormenta adaptada para o D&D 5e. Já tratamos as raças e começamos a tratar as classes. No post anterior seguimos apresentando alguns domínios clericais novos. Já foram quatro domínios novos ao todo: Caos, Chamas, Escuridão e Feral.

Hoje vamos conferir o último dos domínios novos de Tormenta: Magia. E para fechar nossos posts sobre os clérigos, teremos também uma tabela com as divindades do Panteão e os domínios ofertados por elas.
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Tormenta 5e parte VII: Domínios da Escuridão e Feral, e 2 truques novos!

Tormenta para D&DChegamos na sétima parte de nossa série adaptando o mundo de Tormenta para um cenário do D&D 5e. Já tratamos as raças e começamos a tratar as classes. No post anterior, começamos a tratar de uma das classes mais características do cenário: o clérigo. Apresentamos os dois primeiros domínios novos que teremos: caos e chamas. Mas os poderes que os deuses disponibilizam para seus seguidores são muito variados, então vamos continuar nossa série explorando mais dois domínios novos.

E, para não ficarmos só falando de clérigos, mais abaixo estão dois truques novos para bardos, bruxos, druidas, feiticeiros e magos.
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#RPGaDay2015 – Dia 05: Jogo comprado mais recentemente

logo #RPGaSAY2015Este é um post da gincana virtual #RPGaDAY2015. É uma campanha interessantíssima que visa fomentar a discussão sobre RPGs na rede. Clique na imagem ao lado para alcançar uma página onde eu explico melhor a respeito desta brincadeira. Se você gostou da idéia, participe você também! Não precisa ter blog. Pode soltar a sua opinião nas mídias sociais e comentar quando ver esse tipo de artigo. O importante é fomentar o debate, não importa muito o meio.

Como eu havia prometido no dia 10, vou apontar uma resposta nacional e outra internacional. Vamos lá?

Jogo comprado mais recentemente (Nacional): Tormenta RPG

Capa Tormenta RPG RevisadoIncrivelmente, eu não comprava nada de Tormenta desde o lançamento do Tormenta RPG. Ele foi lançado numa época em que eu estava bem saturado de sistemas de fantasia parecidos com o D&D 3.5. Porém, recentemente, o saudosismo me pegou de jeito e resolvi voltar a visitar este mundo que eu gosto tanto. Aproveitei uma promoção da Jambô e comecei a formar a minha nova coleção de livros de Tormenta. Desta vez, toda em PDF.

Eu ainda não tenho todos. Mas, de tempos em tempos eu compro um ou outro PDF novo. Sinto que em breve fecharei todos.

O cenário mudou bastante nos últimos anos. E está difícil de me atualizar em todas as mudanças. Mas eu estou gostando bastante do tratamento que ele tem recebido. Arton cresceu e evoluiu bastante nos últimos anos. Apenas sinto que ele tem entrado muito nesta moda de ter mundos de fantasia mais sombria e soturna. Mas como isso fica mais nas mãos do mestre, eu acho que consigo corrigir quando for mestrar no cenário. Definitivamente, a minha Arton vai ser mais heróica.

E falando em fantasia sombria…

Jogo comprado mais recentemente (Internacional): Shadow of the Demon Lord

Capa do Shadow of the Demon LordÉ um jogo que me chamou bastante a atenção durante sua campanha no Kickstarter. Eu gosto muito dos trabalhos do autor, Robert Schwalb – ele trabalhou no D&D por um tempo e também no Warhammer Fantasy – e ele disse que entre suas referências estão Warhammer e Ravenloft, dois cenários que eu adoro.

Eu li bem pouco do livro básico, mas aparentemente, ele apresenta duas aventuras relativamente curtas que devem ser responsáveis por desenrolar uma trama na qual os personagens enfrentarão esse lorde demoníaco que quer destruir de vez o mundo. O autor diz que as aventuras são tranqüilas de serem jogadas mais de uma vez, por terem muitas variáveis e caminhos dentro delas. Eu ainda não li o bastante para julgar o quão verdade é isso, mas confio no tio Robert.

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E você? Qual sua aquisição mais recente em termos de jogos de RPG?

#RPGaDay2015 – Dia 27: Idéia favorita para mesclar dois jogos em um

logo #RPGaSAY2015Este é um post da gincana virtual #RPGaDAY2015. É uma campanha interessantíssima que visa fomentar a discussão sobre RPGs na rede. Clique na imagem ao lado para alcançar uma página onde eu explico melhor a respeito desta brincadeira. Se você gostou da idéia, participe você também! Não precisa ter blog. Pode soltar a sua opinião nas mídias sociais e comentar quando ver esse tipo de artigo. O importante é fomentar o debate, não importa muito o meio.

Novamente, apesar do que eu havia prometido no dia 10, não há sentido em apontar uma resposta nacional e outra internacional hoje. Então, hoje vai só uma.

Idéia favorita para mesclar dois jogos em um: Vigilantes de Vectora

Essa é uma idéia com a qual eu venho brincando há muito tempo, mas sempre fico enrolando para colocá-la em prática: misturar Tormenta RPG com Mutantes & Malfeitores e criar um mini-cenário tratando a cidade voadora de Vectora como uma cidade fictícia de histórias de super-heróis, porém, mantendo a fachada de cenário de fantasia.

No lugar de termos um inventor, um deus, um super-soldado e um cara numa armadura, por exemplo, o grupo poderia ser formado por um engenhoqueiro (ou mago), um deus menor ou semideus, um paladino e um cara com muitos itens mágicos. Eles combateriam chefões do crime, assaltantes vindos de outros planos, agentes de organizações malignas que querem dominar o mundo, cultistas que querem despertar deuses antigos. Enfim, ter todas as aventuras que normalmente são retratadas em revistas em quadrinhos, mas com a roupagem de fantasia.

Fala sério! É um jogo de supers esperando para acontecer!

Fala sério! É um jogo de supers esperando para acontecer!

A chegada do Surfista Prateado para avisar o Quarteto Fantástico da chegada do Galactus? Que tal a chegada de um cultista perante um grupo de aventureiros (uma ladina psiônica, um feiticeiro com poderes ligados ao fogo, um mago e um guerreiro que teve a alma transferida para um golem de pedra) para alertá-los da chegada do grande Lorde Devorador vindo do Abysmo?

Guerra Civil por causa do registro dos heróis? Que tal uma guerra entre as guildas e o conselho da cidade sobre a elaboração de uma “licença de aventureiro”?

Enfim, as possibilidades são muitas. E a idéia me empolga bastante. Mas nunca consigo fechar um grupo legal de pessoas que topariam e que possuem a mesma disponibilidade de horário para jogarmos esse jogo.

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E você? Já teve idéias legais de mesclar dois jogos em um?

Tormenta 5e parte IV: Bárbaros e Bardos

Tormenta para D&DNas primeiras três partes desta adaptação, eu falei sobre como lidar com as raças do D&D e de Tormenta caso quisesse usá-las no cenário. Vamos agora passar para as classes. Nesta parte, vou trazer as informações de cenário a respeito dos bárbaros e bardos de Arton, bem como sugerir de maneira breve como diferenciar personagens com Primal Paths e Bard Colleges diferentes.
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Tormenta 5e parte II: Raças de Arton

Tormenta para D&DNa primeira parte desta série, eu apresentei algumas informações sobre como encaixar as raças comuns do D&D e de Arton na forma que eu acredito encaixarem-se melhor no cenário de Tormenta. Agora vou mostrar a vocês a minha visão de como adaptar para o D&D 5ª Edição as raças básicas do cenário. Estas são as raças básicas do cenário de Tormenta que não constam no Livro do Jogador do Dungeons & Dragons. As descrições delas estão disponíveis no Capítulo 2 do livro básico de Tormenta.
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Tormenta 5e parte I: Raças de D&D e Tormenta

Tormenta para D&DO mundo de Arton foi apresentado originalmente como um cenário multissistema para 3D&T, AD&D e GURPS. E apesar de ter largado o D&D depois da edição 3.5 em favor de usar um sistema próprio, eu sinto que Tormenta ainda é um cenário bem legal de ser usado com as novas edições do Dungeons & Dragons.

Anteriormente, num passado longínquo, eu tentei adaptar o mundo para o D&D 4e. Mas era uma tarefa trabalhosa demais. Para você ter uma idéia: adaptar uma única raça envolvia fazer a raça, mais uns seis talentos, dois caminhos exemplares e um destino épico; para garantir que ela não ficaria desamparada pelas regras. É muito trabalho!

Mas agora, com o D&D 5e, a coisa voltou a ser bem mais simples. De fato, o sistema é tão mais simples, que a graça de adaptar o cenário é poder jogá-lo num sistema de regras mais simples e com menos matemática que o atual sistema adotado pelo Tormenta RPG (que nem é um sistema tão complicado assim!).

Bem. Vamos começar esta adaptação pelas raças (afinal, é por onde toda criação de personagem normalmente começa). Mais especificamente, as raças que já existem tanto no D&D quanto no cenário de Tormenta. Note que esta conversão vai focar em tornar as coisas mais simples e bem-integradas com o sistema do D&D. Afinal, para preservar todas as características do sistema do Tormenta RPG, é mais fácil simplesmente usá-lo em seus jogos.

Sem mais delongas, aí vai a primeira parte da adaptação:

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