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Tormenta 5e parte VIII: Domínio da Magia e lista de deuses do Panteão

Tormenta para D&DChegamos na oitava parte de nossa série! Já tem bastante coisa de Tormenta adaptada para o D&D 5e. Já tratamos as raças e começamos a tratar as classes. No post anterior seguimos apresentando alguns domínios clericais novos. Já foram quatro domínios novos ao todo: Caos, Chamas, Escuridão e Feral.

Hoje vamos conferir o último dos domínios novos de Tormenta: Magia. E para fechar nossos posts sobre os clérigos, teremos também uma tabela com as divindades do Panteão e os domínios ofertados por elas.
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Tormenta 5e parte VII: Domínios da Escuridão e Feral, e 2 truques novos!

Tormenta para D&DChegamos na sétima parte de nossa série adaptando o mundo de Tormenta para um cenário do D&D 5e. Já tratamos as raças e começamos a tratar as classes. No post anterior, começamos a tratar de uma das classes mais características do cenário: o clérigo. Apresentamos os dois primeiros domínios novos que teremos: caos e chamas. Mas os poderes que os deuses disponibilizam para seus seguidores são muito variados, então vamos continuar nossa série explorando mais dois domínios novos.

E, para não ficarmos só falando de clérigos, mais abaixo estão dois truques novos para bardos, bruxos, druidas, feiticeiros e magos.
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Tormenta 5e parte V: Bruxos

Tormenta para D&DNas quatro partes anteriores desta adaptação, eu falei sobre como lidar com as raças do D&D e de Tormenta caso quisesse usá-las no cenário e comecei a abordar as classes falando dos Bárbaros e Bardos. Nesta parte, vou trazer as informações de cenário a respeito dos Bruxos. Ia abordar também os clérigos, mas as regras dos devotos divinos estão se provando serem as mais demorada de sairem. Os deuses de Arton possuem um papel importante dentro do cenário e a gama de poderes que eles concedem aos seus sacerdotes é muito ampla. Por isso mesmo, adaptar os clérigos de Tormenta para funcionarem sob o paradigma de regras do D&D é razoavelmente simples, porém, é necessário muito trabalho braçal para cobrir tantos poderes e convertê-los direitinho em magias e domínios novos. Então, os clérigos vão ficar para a próxima parte. Hoje só vai ter bruxo aqui.
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Tormenta 5e parte IV: Bárbaros e Bardos

Tormenta para D&DNas primeiras três partes desta adaptação, eu falei sobre como lidar com as raças do D&D e de Tormenta caso quisesse usá-las no cenário. Vamos agora passar para as classes. Nesta parte, vou trazer as informações de cenário a respeito dos bárbaros e bardos de Arton, bem como sugerir de maneira breve como diferenciar personagens com Primal Paths e Bard Colleges diferentes.
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D&D: Considerações sobre a pesquisa de Junho de 2015

Original: D&D Monthly Survey (28/07/2015) da Wizards of the Coast. Por Mike Mearls.

D&DMais uma vez, é hora de raciocinar em cima do que vocês acham do D&D.

Na última vez pedimos para vocês nos dizerem quais cenários, conceitos e raças de personagens clássicos vocês queriam ver atualizados. Conforme esperado, parece que muita gente se interessa por esses tópicos, então tivemos a maior quantidade de votos de uma pesquisa desde quando começamos com elas. Então, o que aprendemos?
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Guia do Bárbaro Parte II – O Meio e o Indivíduo

D&DVamos continuar a explorar os bárbaros com uma análise sobre como o ambiente do qual o bárbaro vem pode influenciar em como ele é. Além disso, vamos dar uma olhada rápida nos tipos de sociedades bárbaras que podem existir em seu jogo (classificadas de acordo com o tamanho) e discutir brevemente sobre como lidar com bárbaros urbanos.

Se você ainda não leu o primeiro post do Guia do Bárbaro, é recomendado que leia ele também. Mas pode começar por este se quiser. Eles não precisam serem lidos em ordem.

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Guia do Bárbaro parte I – A força, a magia e a fúria

D&DQuando falamos em bárbaros pode haver uma pequena confusão. O termo pode servir tanto para indivíduos dotados da classe de personagem Bárbaro, quanto para aqueles vindos de sociedades à margem das grandes civilizações, comunidades denominadas como bárbaras. É claro que nem todo mundo crescido numa sociedade bárbara adota a classe Bárbaro. De fato, por ser uma classe de aventureiro, a tendência é que hajam poucos indivíduos dotados da classe em qualquer comunidade.

Porém, mesmo sem terem todos a mesma classe, todos os indivíduos daquela sociedade são bárbaros. É a comunidade na qual eles vivem que os define, a cultura de onde tiram suas tradições. E justamente por bárbaros serem definidos em grande parte pelos territórios de onde vêm e pela cultura na qual foram criados, vamos discutir um pouco estes elementos e seu impacto sobre um personagem bárbaro – seja ele dotado da classe bárbaro ou não.
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