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Warcraft 5e: Líderes do Conflito

Seguindo com a adaptação das raças de Warcraft para D&D, hoje vamos abordar as raças que lideram as duas mais importantes nos conflitos que marcam Azeroth.

O mundo de Warcraft é marcado por muitas guerras e embates – está até no nome do cenário – e talvez o mais emblemático deles seja o conflito que existe entre a Aliança e a Horda. A disputa das duas facções pelo domínio do planeta já desencadeou duas grandes guerras e até hoje o mundo de Azeroth é em grande parte dividido entre territórios da Aliança e domínios da Horda.

Liderando a Aliança estão os Humanos, seres nativos deste mundo, que lutam para repelir os invasores de seus reinos. Formando boa parte da Horda, e liderando-a até pouquíssimo tempo atrás, estão os Orcs: uma raça de ex-escravos demoníacos que busca fazer seu novo lar neste mundo. E há ainda os meio-orcs, indivíduos vistos com preconceito em ambas as facções, que precisam batalhar pelo respeito de seus pares.
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Warcraft 5e: Pequenas mentes brilhantes

Desculpem o atraso. Este artigo deveria ter aparecido ontem, mas precisou de alguns ajustes finais. Acho que está no tema das raças de hoje.

Anões, Draeneis e Elfos. Ao longo de nossa jornada, já abordamos algumas das raças mais tradicionais, mágicas e antigas de Azeroth.

Hoje vamos abordar não apenas uma, mas duas raças: gnomos e goblins. Industriais. Gênios científicos. Causadores de catástrofes gigantescas. Ambas as raças possuem muitos pontos em comum. Então, é natural abordar ambas juntas.
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Warcraft 5e

O cenário de Warcraft é o palco de emocionantes aventuras que tomaram vida através de jogos, romances e até mesmo um filme. Azeroth, o principal planeta das histórias do cenário, é um mundo que está constantemente na mente de muitos fãs em todo o mundo. O Brasil incluso. Além de sermos um dos países de maior número de jogadores do MMO World of Warcraft, o cenário foi um dos mais populares com o lançamento do Warcraft – Roleplaying Game, pela Devir, lá nos idos de 2011. Hoje, seis anos depois, ele ainda é bastante procurado pelos jogadores, que se interessam em usar Azeroth como o cenário de seus jogos de D&D 5ª Edição (basta participar de grupos de discussão de D&D 5e no Facebook para ver gente perguntando dele).

Tudo isso me parece motivo de sobra para oferecer a vocês uma adaptação do cenário aqui no Covil. Até porque eu gostaria bastante de usá-lo como cenário para alguns jogos de D&D. 🙂

E é isso o que vai acontecer. A partir da semana que vem, vou começar a apresentar aqui a minha adaptação das regras para usar o mundo de Warcraft como cenário para o D&D 5ª Edição.

Note as palavras que estou usando: “usar o mundo de Warcraft como cenário para D&D 5ª Edição”. Não estou falando de adaptar o D&D para servir de sistema-base para jogar World of Warcraft de mesa, tampouco de atualizar o set de regras que inventaram para ele na época da 3ª Edição (o Warcraft d20). As coisas podem mudar e a minha intenção é apresentar material compatível com o resto das mecânicas do Dungeons & Dragons 5ª Edição – para facilitar caso queira usar material publicado posteriormente em seus jogos neste cenário ou até mestrar as aventuras oficiais nele.

Estou deixando isso bem claro, para que todos saibam onde estão as minhas prioridades, porque prevejo gente depois vindo reclamar que eu não copiei nas regras o funcionamento de alguma habilidade especial ou magia que aparece nos jogos. E quando fizerem, caso eu responda, vou mandar o link desta postagem. Além de ser uma forma de trazer transparência para a coisa. Existem adaptações do cenário para D&D 5e espalhadas pela internet e está fadado a aparecerem mais. Comigo vocês sabem mais ou menos o que esperar.

Aguardem até a semana que vem. 😉

A Terra Média será cenário de Dungeons & Dragons, finalmente!

D&DA Cubicle 7, a empresa responsável pelo RPG O Um Anel, anunciou que irá trazer o cenário para o Dungeons & Dragons 5ª Edição em parceria com a Sophisticated Games, empresa conhecida por jogos como War of the Rings e Middle Earth Quest. Eis o post que eles soltaram em seu site:

Capa do The One Ring“A Cubicle 7 e Sophisticated Games anunciaram planos de fazer uma série de RPG compatível com o Dungeons & Dragons® para o mundo fantástico de JRR Tolkien, o cenário de Senhor dos Anéis® e O Hobbit®.

O CEO da Cubicle 7, Dominic McDowall, disse ‘Nós estamos bastante empolgados por podermos criar algo sobre a fundação bem-sucedida do RPG O Um Anel e podermos trazer a Terra Média para jogadores de D&D®. Unir duas coisas que convivem nos corações dos jogadores, eu incluso, é muito legal – Eu mal posso esperar pelo verão.'”

O sucesso O Um Anel continuará como uma linha separada e independente, com alguns anúncios bastante empolgantes a vir por esta semana. A nova série será baseada no trabalho aclamado de Francesco Nepitello nO Um Anel, sendo que ele terá a função de consultor criativo.

Maiores detalhes serão compartilhados nos próximos meses, com o lançamento marcado para o Verão de 2016 (NT: aqui será inverno, no meio do ano).”

O lançamento está bem próximo, se forem cumprir com o prazo de inverno de 2016. O Senhor dos Anéis e D&D é uma combinação que muitos jogadores já queriam ver há muitos anos, até para fechar o ciclo – ver o mundo que foi uma das inspirações do RPG tornar-se cenário do RPG mais famoso do mundo.

Tormenta 5e parte V: Bruxos

Tormenta para D&DNas quatro partes anteriores desta adaptação, eu falei sobre como lidar com as raças do D&D e de Tormenta caso quisesse usá-las no cenário e comecei a abordar as classes falando dos Bárbaros e Bardos. Nesta parte, vou trazer as informações de cenário a respeito dos Bruxos. Ia abordar também os clérigos, mas as regras dos devotos divinos estão se provando serem as mais demorada de sairem. Os deuses de Arton possuem um papel importante dentro do cenário e a gama de poderes que eles concedem aos seus sacerdotes é muito ampla. Por isso mesmo, adaptar os clérigos de Tormenta para funcionarem sob o paradigma de regras do D&D é razoavelmente simples, porém, é necessário muito trabalho braçal para cobrir tantos poderes e convertê-los direitinho em magias e domínios novos. Então, os clérigos vão ficar para a próxima parte. Hoje só vai ter bruxo aqui.
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5 formas de usar os Planos como elementos da trama & cenários

Traduzido do original: 5 Ways to Use the Planes as Plot Devices & Setting no site Tribality.com. Por: Ben J. Latham

Os Planos

D&DOs planos são as dimensões básicas que formam o multiverso no qual um jogo típico de D&D de passa. Eles (normalmente) descrevem a criação do universo, a existência de uma pós-vida e servem como o local de procriação de metade dos monstros do livro. Pode ser que você não queira essas questões esclarecidas em seu cenário. Também é possível que seus planos sejam inexistentes ou apenas não-descobertos. Hoje vamos colocar os planos sob O Olho do Beholder e veremos quando é apropriado usá-los como elementos da trama e cenários em uma campanha.

Vale Nentir | Os Planos
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D&D: Considerações sobre a pesquisa de Junho de 2015

Original: D&D Monthly Survey (28/07/2015) da Wizards of the Coast. Por Mike Mearls.

D&DMais uma vez, é hora de raciocinar em cima do que vocês acham do D&D.

Na última vez pedimos para vocês nos dizerem quais cenários, conceitos e raças de personagens clássicos vocês queriam ver atualizados. Conforme esperado, parece que muita gente se interessa por esses tópicos, então tivemos a maior quantidade de votos de uma pesquisa desde quando começamos com elas. Então, o que aprendemos?
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Tormenta 5e parte II: Raças de Arton

Tormenta para D&DNa primeira parte desta série, eu apresentei algumas informações sobre como encaixar as raças comuns do D&D e de Arton na forma que eu acredito encaixarem-se melhor no cenário de Tormenta. Agora vou mostrar a vocês a minha visão de como adaptar para o D&D 5ª Edição as raças básicas do cenário. Estas são as raças básicas do cenário de Tormenta que não constam no Livro do Jogador do Dungeons & Dragons. As descrições delas estão disponíveis no Capítulo 2 do livro básico de Tormenta.
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Primeval Thule – o primeiro cenário para D&D 5e

NotíciasA Sasquatch Game Studios – empresa composta por figurões que já passaram pela Wizards of the Coast como Dave Noonan, Richard Baker e Stephen Schubert – responsável pela saga Princes of the Apocalypse, anunciou que está atualmente trabalhando na produção de um livro capa-dura de 288 páginas detalhando um cenário de campanha para D&D 5ª Edição. Trata-se da adaptação de Primeval Thule, um cenário inspirado nas obras de Robert E. Howard e H. P. Lovecraft e que já possui versões para Pathfinder, 13ª Era e D&D 4e.

Logotipo Primeval ThuleCom estas caras influências de Conan e Cthulhu, o cenário é “selvagem e intenso” sendo um “lugar perigoso cheio de áreas selvagens infestadas de bárbaros, cidades-estado decadentes, monstros horripilantes e mistérios místicos ancestrais“. Se você é um fã de fantasia e horror pulp – Conan, o Bárbaro; Kull, de Atlantis; Hyperborea; Tarzan e a mitologia de Lovecraft – provavelmente achará este cenário interessante. Adicione a esta mistura uma boa dose de Pellucidar e A Terra que o Tempo Esqueceu de Edgar Rice Burroughs, bem como o estilo artístico de Frank Frazetta e você conseguirá imaginar muito bem como é a pegada de Primeval Thule.

A capa do Primeval Thule usada na versão para Pathfinder. E 13ª Era. E D&D 4ª Edição. E possivelmente para a nova versão.

A capa do Primeval Thule usada na versão para Pathfinder. E 13ª Era. E D&D 4ª Edição. E possivelmente para a nova versão.

A Sasquatch vai produzir um livro capa-dura de 288 páginas coloridas, com um mapa-pôster do mundo. Ele conterá mais de 40 novos monstros, além de várias magias, itens mágicos e todo o material que você espera de um cenário de campanha. Ele será o primeiro cenário de campanha para o D&D 5e.

Eles devem começar a campanha no Kickstarter na próxima semana. A data de lançamento exata não foi decidida ainda, mas deverá acontecer em breve. Como foi dito por Dave Noonan: “Nós vamos cumprir com esse projeto logo! Ele é a nova versão de um livro que já publicamos, e muito do texto e da arte já estão prontos. Vamos enviar os arquivos para a gráfica assim que a campanha no Kickstarter terminar e soubermos de quantos livros precisaremos.” Como ocorre com as demais companhias que começam a experimentar lançar produtos para a 5e, eles usarão a Open Gaming License.

A versão atual do cenário possui uma raça de personagens nova (os Atlanteanos), 19 “narrativas heróicas“, mais de 40 monstros, 3 aventuras, uma cidade chamada Quodeth, a Cidade dos Ladrões, e um continente de “aventuras selvagens“.

Fonte: EN World | A Savage D&D 5E Campaign Setting From the Makers of PRINCES OF THE APOCLAYPSE

Tormenta 5e parte I: Raças de D&D e Tormenta

Tormenta para D&DO mundo de Arton foi apresentado originalmente como um cenário multissistema para 3D&T, AD&D e GURPS. E apesar de ter largado o D&D depois da edição 3.5 em favor de usar um sistema próprio, eu sinto que Tormenta ainda é um cenário bem legal de ser usado com as novas edições do Dungeons & Dragons.

Anteriormente, num passado longínquo, eu tentei adaptar o mundo para o D&D 4e. Mas era uma tarefa trabalhosa demais. Para você ter uma idéia: adaptar uma única raça envolvia fazer a raça, mais uns seis talentos, dois caminhos exemplares e um destino épico; para garantir que ela não ficaria desamparada pelas regras. É muito trabalho!

Mas agora, com o D&D 5e, a coisa voltou a ser bem mais simples. De fato, o sistema é tão mais simples, que a graça de adaptar o cenário é poder jogá-lo num sistema de regras mais simples e com menos matemática que o atual sistema adotado pelo Tormenta RPG (que nem é um sistema tão complicado assim!).

Bem. Vamos começar esta adaptação pelas raças (afinal, é por onde toda criação de personagem normalmente começa). Mais especificamente, as raças que já existem tanto no D&D quanto no cenário de Tormenta. Note que esta conversão vai focar em tornar as coisas mais simples e bem-integradas com o sistema do D&D. Afinal, para preservar todas as características do sistema do Tormenta RPG, é mais fácil simplesmente usá-lo em seus jogos.

Sem mais delongas, aí vai a primeira parte da adaptação:

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