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Tomb of Annihilation é a nova campanha de D&D!

“Indiana Jones com zumbis” é um dos termos que estão usando para descrever a nova aventura lançada pela Wizards of the Coast. Com lançamento previsto para o dia 8 de Setembro em algumas lojas especializadas e 19 de Setembro pro resto do mundo, a reencarnação espiritual da famosa dungeon Tomb of Horrors vai chegar para a nova edição no Continente Perdido de Chult, em Forgotten Realms.

Eis a nota de lançamento traduzida:

Atreva-se a desafiar a morte nesta aventura para o maior RPG do mundo.

O assunto mais corriqueiro nas ruas e tavernas tem sido sobre essa chamada maldição da morte: uma doença fatal que aflige qualquer um que tenha sido trazido de volta à vida. As vítimas vão ficando mais fracas e magras a cada dia, aos poucos sendo trazidas de volta à morte da qual escaparam.

Quando elas finalmente sucumbem, não podem ser reanimadas – aliás, ninguém mais pode ser reanimado, mesmo quem jamais morreu no passado. Templos e estudiosos da magia divina não conseguem explicar tal maldição que abateu-se sobre uma região inteira (e, possivelmente, o mundo todo).

A causa é um artefato necromântico chamado Fomentador de Almas, que está em algum lugar de Chult – uma misteriosa península no extremo sul, cercada por montanhas e tomada por florestas tropicais.

Uma aventura criada por Christopher Perkins, Will Doyle e Steve Winter, com design adicional de Adam Lee. A história contou com a consultoria do premiado criador de Hora de Aventura, Pedleton Ward.

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Planescape Torment ganhará uma Enhanced Edition?

Nesta sexta-feira, a Wizards of the Coast induziu muitos fãs a entrarem no endereço planescape.com, onde há um mostrador com uma contagem regressiva (que vai zerar às 18h da próxima terça, dia 28). Muitos têm especulado o motivo deste contador, já que Planescape é um cenário bastante querido dos jogadores mais antigos de Dungeons & Dragons.

Tradução: “Um contador recentemente nos chamou a atenção. Plan Escape? Alguém sabe do que se trata? http://planescape.com/”

O usuário volanin do site EN World.org mencionou que o código fonte da página possui um trechinho assim:

secret=”0x50 0x53 0x54 0x45 0x45″

E os valores apresentados podem ser convertidos nas letras PSTEE, o que é um indício forte para a novidade ser Planescape: Torment Enhanced Edition.

Além disso, o usuário Blueace lembrou que o site está hospedado no mesmo servidor do BaldursGate.com.

Certeza mesmo, só vamos ter na terça. Mas a minha aposta é que finalmente conseguiram desenrolar as amarras judiciais que impediam o Planescape: Torment de ter uma edição aprimorada.

D&D vai ter tradução oficial, sim!

Livro do Jogador em Português: em breve, numa loja de RPG perto de você.

No início desta tarde, a Wizards of the Coast e a Gale Force Nine anunciaram em seus respectivos sites que em breve lançarão as versões traduzidas de seus produtos, e o Brasil já tem uma empresa responsável, a Fire on Board Jogos.

Eis aqui a tradução do anúncio oficial:

O Dungeons & Dragons possui alguns dos melhores fãs do mundo e, graças a vocês, o ano de 2016 foi um dos melhores na história do D&D. Agradecemos imensamente aos nossos jogadores e apoiadores. Vocês são maravilhosos!

[…] A Wizards of the Coast fez uma parceria com a Gale Force Nine para disponibilizar localmente o conteúdo do Dungeons & Dragons, traduzindo-o para diversas línguas. Eles vão começar com o Player’s Handbook, Dungeon Master’s Guide, Monster Manual e o D&D Starter Set, bem como os acessórios criados pela Gale Force Nine (como os spell cards e escudos do mestre). As primeiras traduções serão para o Francês, Alemão, Italiano, Japonês, Espanhol, Polonês e Português, com mais vindo a seguir.

Queremos que os fãs saibam que escutamos seus pedidos por traduções por muito tempo, e reconhecemos que as edições anteriores tiveram muitas versões traduzidas. Então, o que mudou desta vez?

Nossa abordagem para esta edição foi diferente desde o início. A começar pelo período de playtest, passando para a nossa visão sobre quais conteúdos publicar e a forma de prover a OGL da quinta edição e ao mesmo tempo oferecer um apoio online para a comunidade compartilhar conteúdo, na forma da DM’s Guild. É graças às nossas mudanças filosóficas que nossa abordagem sobre as traduções também mudou. […] Queríamos nos certificar que a qualidade, consistência, zêlo e apoio da comunidade, que fizeram a quinta edição tão popular em inglês, também existisse nos outros idiomas. […]

Com esta parceria, a Gale Force Nine estará responsável pelas traduções dos produtos físicos e supervisionará a produção e parcerias com as empresas locais, necessárias para prover o apoio ao hobby. Trabalhando com especialistas em idiomas, impressão e fãs do D&D em cada país, estamos confiantes que serão capazes de compreender as peculiaridades de cada um desses mercados.

Apesar de não termos anunciado os planos exatos de cada mercado, o plano geral é que os produtos das linhas iniciais estejam disponíveis no inverno, sendo lançados em meses consecutivos. Traduções adicionais de outros suplementos ou livros de cenário futuramente lançados sairão tão próximas do lançamento em inglês quanto possível, mas podem ter atrasos por conta do idioma e das características de cada mercado. […]

A lista de empresas parceiras da GL9 para fazer a distribuição dos produtos traduzidos de cada idioma. Diretamente do site da GL9.

Pergunta: Por que escolheram a Gale Force Nine no lugar de trabalhar diretamente com cada país?
Resposta: Fazer a parceria com apenas uma licenciada no programa nos ajuda a manter uma consistência maior entre os produtos de cada idioma, bem como ter um time no Reino Unido trabalhando em conjunto com as equipes de tradução e gráficas européias.

P: Os livros traduzidos estarão disponíveis nas lojas de RPG locais?
R: A distribuição varia de país para país, mas a maioria das lojas de RPG e grandes vendedoras de livros deverão ter a oportunidade de distribuir os produtos do Dungeons & Dragons a um preço competitivo com as versões em inglês.

P: Como as pessoas falantes de cada língua podem saber mais?
R: Como parte desta nota, nós vamos direcionar as pessoas de cada idioma aos parceiros de distribuição local e seus sites, onde podem conseguir maiores informações. Esta informação também estará disponível no site da Gale Force Nine.

Fonte: Wizards of the Coast e Gale Force Nine

A Terra Média será cenário de Dungeons & Dragons, finalmente!

D&DA Cubicle 7, a empresa responsável pelo RPG O Um Anel, anunciou que irá trazer o cenário para o Dungeons & Dragons 5ª Edição em parceria com a Sophisticated Games, empresa conhecida por jogos como War of the Rings e Middle Earth Quest. Eis o post que eles soltaram em seu site:

Capa do The One Ring“A Cubicle 7 e Sophisticated Games anunciaram planos de fazer uma série de RPG compatível com o Dungeons & Dragons® para o mundo fantástico de JRR Tolkien, o cenário de Senhor dos Anéis® e O Hobbit®.

O CEO da Cubicle 7, Dominic McDowall, disse ‘Nós estamos bastante empolgados por podermos criar algo sobre a fundação bem-sucedida do RPG O Um Anel e podermos trazer a Terra Média para jogadores de D&D®. Unir duas coisas que convivem nos corações dos jogadores, eu incluso, é muito legal – Eu mal posso esperar pelo verão.'”

O sucesso O Um Anel continuará como uma linha separada e independente, com alguns anúncios bastante empolgantes a vir por esta semana. A nova série será baseada no trabalho aclamado de Francesco Nepitello nO Um Anel, sendo que ele terá a função de consultor criativo.

Maiores detalhes serão compartilhados nos próximos meses, com o lançamento marcado para o Verão de 2016 (NT: aqui será inverno, no meio do ano).”

O lançamento está bem próximo, se forem cumprir com o prazo de inverno de 2016. O Senhor dos Anéis e D&D é uma combinação que muitos jogadores já queriam ver há muitos anos, até para fechar o ciclo – ver o mundo que foi uma das inspirações do RPG tornar-se cenário do RPG mais famoso do mundo.

Perguntas e Respostas com o Principal Story Designer do D&D

D&DSemana passada, Christopher Perkins, o Principal Story Designer do Dungeons & Dragons 5ª Edição, participou de um AMA (Ask Me Anything, Me Pergunte Qualquer Coisa) do Reddit. No evento, ele se ofereceu para responder perguntas sobre as histórias do D&D (como eles têm chamado as campanhas prontas lançadas) e de sua vida na Wizards of the Coast. O Morrus, do EN World, compilou as partes mais interessantes do que foi dito lá.
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Novo filme do D&D vai inspirar-se em Guardiões da Galáxia

Parte do apelo de um jogo como Dungeons & Dragons está no fato de você ser o narrador. Você pode rolar um dado com 20 lados e fazer alguns cálculos, mas no final das contas é você quem está tomando as decisões no papel de um personagem em um universo imaginário compartilhado com seus amigos. Se alguém pegar o jogo e for contar uma outra história, será realmente Dungeons & Dragons ou será apenas um filme de fantasia padrão? Quanto do jogo consegue sobreviver dentro de um filme?

O produtor Roy Lee tem umas idéias interessantes sobre como trazer o jogo para a sétima arte. Ele conversou sobre o filme em uma entrevista exclusiva para o site Collider.com recentemente, e a forma como ele quer abordar esse problema é bastante curiosa:
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Curse of Strahd é a nova campanha de D&D que estréia em Março

D&DA nova campanha de Dungeons & Dragons a ser lançada pela Wizards of the Coast se chamará Curse of Strahd. Há rumores de que Tracy e Laura Hickman, responsáveis pela aventura Ravenloft original, estão envolvidos no projeto. Supostamente, nela os PCs serão enviados para Baróvia, o domínio de Strahd, pela Madame Eva (utilizando um conjunto de cartas de Tarokka – o baralho do tarô dos ciganos de Ravenloft). Apesar de usarem o nome Ravenloft, ainda não é sabido se a campanha vai se passar realmente no semiplano do pavor ou se será em Forgotten Realms. Mas certamente as terras de Baróvia existirão nas aventuras.
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Chegou! Temos uma OGL e uma loja para comprar e vender material do D&D 5e!

D&DO dia finalmente chegou! A Wizards of the Coast anunciou hoje a Dungeon Master’s Guild. “Há uma nova forma de comprar e compartilhar aventuras de D&D. Com a Dungeon Master’s Guild você poderá publicar material ambientado em Forgotten Realms usando monstros, magias, personagens e localizações.” É possível publicar material de D&D, bem como comprar, vender e compartilhar.

É uma parceria entre a Wizards e a OneBookShelf (a empresa responsável pela DriveThruRPG e RPGNow – as maiores lojas de RPG em PDF e demais formatos eletrônicos) e eles ficam com 50% de todo o lucro. A guilda, por hora, aceita apenas material de D&D 5e ambientado em Forgotten Realms. Não apenas isso, mas eles também oferecem agora um novo SRD (System Reference Document) para usar com a Open Gaming License (OGL)!

Logo da DMsGuildEntão, a loja, chamada Dungeon Master’s Guild, está funcionando. Ela já possui bastante material. O novo SRD também já está disponível. Eu tenho certeza de que nos próximos dias ele será objeto de análises mais profundas a respeito de suas orientações. Ele é um documento gigantesco em PDF contendo as regras abertas – que não são todas as que estão nos livros básicos.

Isto dá aos criadores de conteúdo duas opções: ou eles usam todas as regras disponíveis e o cenário de Forgotten Realms e publicam pela Dungeon Master’s Guild, ou usa o SRD e publica pela OGL (que ainda permite que você venda o material nas outras lojas da OneBookShelf, que oferecem até uma margem de lucro melhor que os 50% da outra licença). Além da vantagem de possuir mais material de base, quem publica pela Dungeon Master’s Guild tem acesso a alguns recursos exclusivos para a montagem do documento, a possibilidade de ter seu material incluído em material oficial da Wizards of the Coast e até mesmo de ser chamado para criar conteúdo especial para eles.

Finalmente a Wizards se esforçou para tornar o uso da licença que não é a OGL mais desejável do que antes. A Licença d20 (alguém lembra dela?) era atraente só pelo hype. Nesta há uma real reserva de mercado e oferta de recursos adicionais.

Fonte: ENWorld.org | The Day Has Come! It’s An OGL! And A Store To Buy & Sell D&D 5E Products!

Mapa em Alta Resolução da Costa Selvagem

D&DA Wizards of the Coast participou de uma campanha de caridade do site Extra Life e, por ter alcançado seu objetivo de levantar fundos no valor de US$100.000,00, ela liberou em seu site um mapa em altíssima resolução da porção nordeste de Faerûn, exibindo de Amn até O Vale do Vento Gélido, das Ilhas Moonshae até a Terra dos Vales. Ele é bastante gigante: 10.200 x 6.600 pixels! Isso dá uns 3,5m x 2,3m.

Abaixo está uma versão menor, para você saber mais ou menos como é o mapa. Mas basta clicar na imagem para ser levado diretamente ao site da WotC, onde você pode baixar o mapa em tamanho original. O mapa foi feito por Mike Schley.

Costa da Espada

Fonte: ENWorld.org | Here’s That Hi-Res Sword Coast Map

 

Mike Mearls fala sobre o D&D na GenCon

D&DO The Tome Show fez uma entrevista bem legal com Mike Mearls na GenCon. Ele falou sobre datas de lançamentos, licenças, convenções, erratas e mais. Disse que houve uma grande chegada de novos jogadores, e que a filosofia de design é “menos, porém importantes, decisões”. Ele ainda menciona que a licença para terceiros não é carta fora do baralho, porém,não deve ser como as pessoas esperam.

Eis alguns pontos importantes:

  • O lançamento de duas séries de aventuras do nível 1 ao 15 no primeiro ano da nova edição é algo completamente novo para eles. Antes, apenas algumas poucas aventuras seriam lançadas no primeiro ano;
  • Sword Coast Legends é o grande lançamento da Wizards of the Coast, o que tem deixado eles bastante empolgados;
  • O calendário de lançamentos mais lento é por conta da vontade da Wizards de aprender o que os jogadores querem e estão usando. Se a Wizards fizer algo com o D&D, será baseado na opinião dos jogadores. Eles estão começando mais devagar, porque eles já viram como é quando os jogadores não são capazes de absorver o volume de informação lançado em um curto período;
  • Um dos efeitos desta lentidão é que os Mestres não estão abarrotados de informações, tentando manterem-se atualizado a respeito das opções para jogadores, apesar do Player’s Handbook oferecer muitos tipos de personagens, com as subclasses oferecendo mecânicas exclusivas. Por exemplo: a diferença em termos de mecânica do Evoker para o Illusionist significa que ambos terão algo único, que ninguém mais terá;
  • “Faça menos mecânicas, mas que cada uma delas tenha um impacto maior sobre o jogo”. “Menos, porém importantes, decisões”. Há muito mais poder de personalização dentro de cada classe de personagem;
  • O jogo pode tornar-se impossível de lidar caso haja opções demais: a Organised Play tem essa idéia de permitir apenas um livro suplemento por temporada, de maneira análoga à rotação do Magic: the Gathering. Os designers vão tentar fazer as coisas serem compatíveis, mas “um livro de expansão por campanha” é provavelmente uma maneira melhor de equilibrar as coisas e evitar combinações não-previstas;
  • Eles tiveram uma grande chegada de novos jogadores. Mike acha que é porque você podia comprar a campanha Tyranny of Dragons e começar a jogar já no lançamento da nova edição;
  • O feedback que eles perceberam ao ler as opiniões na Amazon ou em blogs é que no lugar das pessoas jogarem apenas uma sessão ou duas (como aconteceu no lançamento da 3ª e 4ª edições), muitas delas continuam jogando a campanha 3 meses depois. As facilidades de mestrar campanhas prontas são enormes para pessoas já aos 40 e com filhos, que não têm tempo o bastante para perparar seus jogos caseiros. Então, mais pessoas estão jogando, mais pessoas estão jogando com maior freqüência, e por conta da facilidade de acesso, há muito mais jogadores mais novos experimentando o jogo;
  • Haverá mais opções genéricas não ligadas a campanhas ou cenários (Mike deu o exemplo dos psiônicos). Eles estão construindo uma fundação para o jogo; formando uma base de opções mais acessíveis, para então mais tarde adotarem uma postura mais aventureira. Eles querem ter certeza de que um jogador novato terá todo o material básico necessário disponível antes de começarem a buscar novos horizontes;
  • A forma como as coisas são anunciadas e o papel das convenções mudou. Eles perceberam que se dessem um seminário na PAX, eles obteriam um retorno melhor que na GenCon, então eles estão favorecendo fazer anúncios e oferecer seminários na PAX, enquanto a GenCon está tornando-se uma convenção mais focada nos jogos (há menos foco nas mesas de jogo na PAX). Então, a GenCon terá, por exemplo, DDAL Epics (aventuras especiais da D&D Adventurer’s League). Nós nos baseamos muito no que as pessoas estão de fato fazendo em cada uma dessas convenções;
  • Infelizmente, o calendário de lançamentos do D&D não conversa bem com a GenCon, especialmente porque ela varia muito dentro do mês. E eles não têm um estande dentro da convenção porque querem dar preferência às lojas de jogos;
  • Eles estão prestando bastante atenção ao que as pessoas querem – uma vantagem do ritmo mais lento de lançamentos é que eles podem analisar e fazer mais playtests;
  • Há uma maior preferência para aventuras abertas que as orientadas por uma narrativa, mas não por uma diferença tão grande (55%/45%);
  • A Wizards não vai soltar erratas enquanto Maike estiver lá para consertar algo que possa funcionar legal. Só se algo sair especialmente terrível é que eles alterarão. A idéia é não consertar através de erratas, no lugar oferecer novas alternativas;
  • O maior arrependimento do Mike é o fighter: as subclasses não têm identidade como as subclasses das demais classes. O que é um battlemaster ou um campeão? Eles estavam tão envolvidos com as mecânicas (para fazer fighters simples e complexos), que os nomes não trazem consigo um significado;
  • O ranger (beastmaster) tem problemas – a classe é querida, mas a subclasse tem problemas. O ranger perdeu muito de sua identidade na 3E, porque muito do que ele podia fazer também era possível para as outras classes. Na 2E ele tinha uma identidade forte. Poderá haver uma nova versão do ranger na coluna Unearthed Arcana, mas eles encontraram problemas durante o playtest quando tentaram mudar a cara das classes (warlock, sorcerer – as pessoas gostaram das classes, mas elas não encaixavam-se no que os designers entendiam que as classes deveriam ser, isso baseado em versões anteriores delas);
  • O Player’s Handbook pode mudar, mas apenas se houver muito feedback dos jogadores para tal, caso o versão revisada seja popular o bastante;
  • O filme do D&D ainda tem alguns entraves legais. Mike mantém-se tão distante de assuntos legais quanto possível;
  • A Hasbro tem sido ótima: permitiu um playtest de 2 anos para o D&D. O presidente da Hasbro veio visitar a Wizards e ficou bastante feliz com o que eles estavam fazendo com o D&D. Especialmente por conta do feedback/playtest oferecido pelos fãs. Nenhuma outra empresa se atreveria a passar por um período de dois anos sem lançamentos para concentrar-se em fazer o playtest. A experiência da Hasbro com os Transformers os mostrou como um produto pode ser cultivado para tornar-se uma marca forte. A Hasbro deu bastante espaço para que os desenvolvedores do D&D tomassem suas deciões;
  • O D&D é uma marca bastante estável – a especulação dos fãs muitas vezes exacerba a importância de eventos pequenos como indicativos da situação geral;
  • Mike não quis falar a respeito da redução da equipe;
  • A Wizards colabora com seus parceiros na produção de seu material. Se você não gostou de um produto, parte da culpa é da Wizards;
  • A parceria com os estúdios criativos foi além do sistema de freelancer. No lugar de acionar um número enorme de freelancers, eles vão num grupo de escritores e editores já estabelecidos;
  • Isso significa que todo o material pode ser enviado no mesmo prazo, no lugar de aguardar cada freelancer terminar o seu pedacinho um por vez. Então, eles olharam todo o material para jogadores de uma vez só para o Sword Coast Adventurer’s Guide. Eles também puderam fazer mudanças baseadas no feedback recebido a respeito do Player’s Handbook e comunicar o estúdio. Há ainda alguns problemas, graças ao aumento na comunicação entre as equipes, mas é um sistema que tem funcionado bem até agora. Esta é uma das abordagens possíveis, não é a única. Nas primeiras aventuras lançadas, eles ainda estavam desenvolvendo os livros básicos, o que justifica contratar um estúdio para desenvolvê-las;
  • A licença do Fantasy Grounds não é exclusiva, então, possivelmente outras plataformas poderiam apresentar conteúdo licenciado deles;
  • A licença para outras editoras: Os planos são grandes e complexos. Mike está empolgado sobre eles, mas ainda não tem nada pronto para compartilhar. Provavelmente será diferente do que as pessoas esperam. Uma das coisas que eles queriam, é que as pessoas ficassem bastante familiarizadas com as regras antes de fazer qualquer material (se alguém tentar te vender algo que ignore as regras de concentração, é porque eles não jogaram o jogo o bastante para ficarem familiarizados com o que aquela regra faz, por ser uma ferramenta importante para o equilíbrio).

Há ainda mais coisas, mas esses são os principais pontos.