O que os jogadores acharam do novo Ranger

D&DNão foram todos que viram, mas numa postagem razoavelmente recente da coluna Unearthed Arcana, a Wizards of the Coast apresentou uma prévia de uma possível variante da classe Ranger, explicando o que mudaram em relação ao original e o porquê. É uma opção interessante e eu realmente recomendo que quem gosta da classe dê uma olhada.

Posteriormente, a Wizards fez uma pesquisa de opinião levantando o que os jogadores acharam desta versão opcional da classe. Dos pontos fortes e fracos dela, bem como a opinião dos jogadores a respeito das versões do ranger das edições anteriores, focando bastante em descobrir qual “cara” o público prefere que o ranger apresente.

Eis que há pouco mais de dez dias saiu o resultado da pesquisa, com as considerações do Mike Mearls a respeito das respostas.

Resultado da Pesquisa do Ranger

Fonte: Player's Handbook (5e)

Fonte: Player’s Handbook (5e)

Em nossa mais recente pesquisa, perguntamos um pouco a respeito dos aspectos gerais da classe ranger e de um exemplo de um novo ranger refeito do zero, apresentado até o quinto nível. A classe foi uma tentativa de abordar a fonte da insatisfação que percebemos que os jogadores têm apresentado com o ranger, e determinar quais alterações nós deveríamos fazer na classe (se é que deveríamos) em material futuro.

Há dois elementos interessantes que surgiram nesta pesquisa. Para começar, as versões da 2ª e 3ª edições da classe são as que foram mais bem recebidas. Estas duas versões misturam o companheiro animal com perícias de sobrevivência, magia e um estilo de luta único focado no uso de duas armas. A 3ª edição adicionou a opção da arquearia. Elas parecem casar bem com os resultados obtidos com as regras gerais do design da classe oferecida no artigo da Unearthed Arcana. O conceito do campeão da natureza e defensor num estilo parecido com o do paladino não é muito popular, as pessoas gostam do ranger capaz de sobreviver na natureza através de uma combinação de perícias e habilidades mágicas.

Com base nestas informações, não é surpresa ver que uma classe ranger com menos ênfase na magia e sem um companheiro animal de carne e osso e sempre presente recebeu notas bem baixas.

Para o próximo passo, vamos tentar modelar um ranger que concentre-se mais no companheiro animal e torne-o uma parte da base da classe. Esta abordagem permite que mais do “orçamento de poder” da base da classe vá para o companheiro. Pense neste orçamento como a eficácia total possível de ser alcançada com a classe, dividida dentre suas habilidades. O design inicial da 5e jogou o companheiro animal para ser uma escolha de arquétipo do ranger, exigindo que ele fosse adicionado além das características básicas de todos os rangers. Ao tornar o companheiro animal parte da base comum da classe, nós teremos muito mais liberdade para brincar com esta característica.

Fonte: Wizards of the Coast | November 2015 Survey por Mike Mearls

 

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Sobre CF

A fellow brazillian player.

Publicado em 30/11/2015, em Opinião e marcado como , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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