Arquivo mensal: junho 2015

Pactos Infernais – parte I

D&DVou começar agora uma série em três partes explorando a opção de Pacto Infernal dos Bruxos da nova edição do Dungeons & Dragons. Obviamente, as informações presentes aqui são todas ficcionais.

Sem mais delongas, aí vai:
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Guia do Bárbaro Parte II – O Meio e o Indivíduo

D&DVamos continuar a explorar os bárbaros com uma análise sobre como o ambiente do qual o bárbaro vem pode influenciar em como ele é. Além disso, vamos dar uma olhada rápida nos tipos de sociedades bárbaras que podem existir em seu jogo (classificadas de acordo com o tamanho) e discutir brevemente sobre como lidar com bárbaros urbanos.

Se você ainda não leu o primeiro post do Guia do Bárbaro, é recomendado que leia ele também. Mas pode começar por este se quiser. Eles não precisam serem lidos em ordem.

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Guia do Bárbaro parte I – A força, a magia e a fúria

D&DQuando falamos em bárbaros pode haver uma pequena confusão. O termo pode servir tanto para indivíduos dotados da classe de personagem Bárbaro, quanto para aqueles vindos de sociedades à margem das grandes civilizações, comunidades denominadas como bárbaras. É claro que nem todo mundo crescido numa sociedade bárbara adota a classe Bárbaro. De fato, por ser uma classe de aventureiro, a tendência é que hajam poucos indivíduos dotados da classe em qualquer comunidade.

Porém, mesmo sem terem todos a mesma classe, todos os indivíduos daquela sociedade são bárbaros. É a comunidade na qual eles vivem que os define, a cultura de onde tiram suas tradições. E justamente por bárbaros serem definidos em grande parte pelos territórios de onde vêm e pela cultura na qual foram criados, vamos discutir um pouco estes elementos e seu impacto sobre um personagem bárbaro – seja ele dotado da classe bárbaro ou não.
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O ótimo é inimigo do bom

DicasEu tenho um problema sério para manter as minhas campanhas rolando. Eu sempre sou assombrado por uma sensação de que não conseguirei mestrar direito e manter as coisas interessantes para meus jogadores. E essa sensação comumente torna-se uma profecia autorrealizável. Eu começo adiando as sessões por conta deste medinho e termino desistindo de levar o jogo para frente por me convencer de que ele será uma porcaria.

Este tipo de medo é bem comum por aí. Tenho amigos que deixam de mestrar RPG, escrever textos para blogs ou até mesmo de fazer trabalhos importantes por este medo de não cumprir com as expectativas. Suas ou dos outros. A preocupação em atingir a perfeição, ou aproximar-se ao máximo dela, termina impedindo a pessoa de fazer ou mostrar algo que já seria bom.
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O primeiro post

OpiniãoContinuo odiando posts de apresentação. Então vou tentar manter isso breve. A versão mais comprida você pode conferir na página Sobre.

Eu gosto de escrever sobre RPG. Já mantive alguns sites há muito tempo e sempre achei experiências muito gratificantes, apesar de bastante cansativas. Vou tentar mais uma vez.

Eu estava tocando para frente um outro blog, a Torre do Fred. Mas senti saudades do nome Covil. Acho um nome muito bom para não ser usado. Então, ressuscitei o nome para colocar nesse blog e tentar canalizar um pouco do saudosismo associado a ele para me motivar a fazer um site bem legal para você que visita. Sinto que está funcionando. Mas como estou num período em que tenho que me dedicar mais aos estudos, num primeiro momento esse site vai mais requentar posts da Torre do Fred e dar notícias relacionadas aos jogos que eu gosto.

Bom. É isso. Qualquer coisa, entra na página de Contato e me manda um e-mail, ou deixa algo nos comentários aqui embaixo mesmo. Eu vou tentar responder da melhor maneira possível e o quanto antes. 😉

PS: Dá uma olhada na página de Recursos. Talvez sua visita hoje não seja em vão.